Não podia ser melhor.
Partciparam desta viagem para Jequié representando o motogrupo Predador do Asafalto, Marcio (GSX F 750), Landim (XT 660 R), Turco (SUPER TENERÉ) e Wellington (HAYABUSA 1300 R).
Logo na saída no ponto de encontro no Hiperposto, uma surpresa, a Super Teneré de Turco quebra a pedaleira de sustentação da moto e não tem como deixar a moto em pè, portanto foi obrigado a ficar de castigo segurando a sua maquina para a mesma não cair, o salitre é CRUEL.
Seguimos pela Salvador / Feira com um trafego intenso e a baixa velocidade, entretanto a partir do km 30 o fluxo de automoveis reduziu e passamos a imprimir uma velocidade mais adequada.
Em Feira de Santana paramos em uma oficina para soldar a pedaleira da moto de Turco, e após essa operação seguimos o nosso caminho, ai a coisa pegou, de feira até o Paraguassú a estrada está um verdadeiro CAOS, buracos enormes e carretas desviando desses buracos tornaram esse percursso extremamente perigoso.
Enfim, passamos por esse calvário e paramos para abastecer no Paraguassú. Tomamos um cafezinho e continuamos a viagem, agora sim com um ritmo mais forte pois a estrada a partir daí melhorou muito.
Chegamos em Jequié por volta das 2 horas da tarde e seguimos diretamente ao evento.
De imediato fomos recebidos por Canarinho, um dos organizadores do evento, e posteriormente por Jeferson, nos dando as boas vindas. Ao Felix um grande abraço.
Jequié como sempre superanimada, gente bonita por todos os lados, um som invejavel e alegria contagiante de todos faz o seu diferencial.
Encontramos por lá Sayonara, Elisangela, estudantes de administração e amigas de Luzia, que nos recepcionaram de uma forma muito carinhosa. Um beijo grande a todas.
Desejo ressaltar em especial a recepção de filhinha, mãe de Landim, 82 anos, que se deslocou de Salvador especialmente para acolher os predadores em seu sitio nos arredores da cidade, aliás como sempre uma recepção de primeirissima qualidade, ela mesma fez questão de preparar o café da manhã dos predadores, com muitas frutas, bolos, queijos, etc,.
No retorno de Jequié encontamos em uma de nossas paradas, por causa da chuva, um grupo de motociclistas que residem em Santo Amaro, e nos sugeriu seguir caminho com eles até Cabaceiras do Paraguaçú buscando evitar a buraqueira do Paraguassú.
De pronto aceitamos a nova aventura, e fomos até Santo Estevão de onde seguimos por uma estradinha de 10 km até Cabaceira.
Ao chegarmos ao fim dessa estrada fomos surpreendidos com um visual exuberante, onde paramos para a espera de uma balsa a fim de atravessarmos o rio Paraguassú.
Fizemos uma parada em um barzinho à beira do rio, onde pedimos qa preparação de um TUCUNARÉ frito por sugestão de um dos componentes do motogrupo de Santo Amaro.
Não podia ser melhor, o peixe estava simplesmente delicioso, e comer o petisco apreciando o visual da região foi um presente.
Partimos de lá saudosos, e em breve certamente combinaremos como a turma de Santo Amaro um outro passeio por lá.
Abastecemos e seguimos até Salvador, onde nos despedimos.
Desejamos aqui registrar o agradecimento a todos que direta ou indiretamente participaram do evento de Jequié, reafirmando que no ano que vem estaremos de volta, se Deus quiser.
Ao povo Jequieense só temos a registrar mais uma vez a bela acolhida, e reconhecer de publico que eles são especiais, demonstrando que com amor e carinho se faz uma festa muito organizada, o que reforça o respeito para com todos os motociclistas do Brasil.
Grande abraço
Landim
Predador do Asfalto